A revolução do 25 de Abril de 1974 trouxe a Portugal Liberdade, pondo fim a um longo período de Ditadura fascista de 49 anos. Após 1976 houve retrocessos graves no processo desta revolução, patrocinada por partidos reaccionários de direita tendo como aliados algumas famílias Fascistas. Portugal foi caminhando o trilho de uma sociedade capitalista, geradora de profundas injustiças sociais.



Neste blog iremos denunciar os sistemáticos atentados que todos os dias ocorrem às Liberdades, Direitos e Garantias que herdámos de homens e mulheres que lutaram para que fosse possível o maior acontecimento histórico do século xx em Portugal.



segunda-feira, 28 de maio de 2012

Sr. ministro, extinga a Parque Escolar, deixe de gastar dinheiro nesse s...

Um olhar sobre o nosso novo parque escolar.

Suspensão de obras pelo Ministério das Finanças e Parque Escolar atira trabalhadores para desemprego

Conferência de imprensa da Direcção Sub-regional do Vale do Sousa e Baixo Tâmega do PCP



O PCP combateu desde a primeira hora a empresarialização da gestão das escolas públicas através da criação da empresa Parque Escolar, Entidade Pública Empresarial. Por este motivo o PCP chegou a apresentar na Assembleia da República um projecto-lei que visava a extinção da Parque Escolar, Empresa Pública Empresarial, revertendo todo o seu património novamente para o Estado. Uma proposta que não implicava que se cancelassem obras e projectos nem que se passasse uma esponja pela história da Parque Escolar; antes pelo contrário, o PCP defendeu que extinguindo a empresa se apurassem as responsabilidades sobre a má gestão realizada. Prevíamos que a criação da Parque Escolar só daria problemas, porque para além de desresponsabilizar o Governo numa área tão importante como esta, iria abrir caminho a uma má gestão do património, dado que o Governo passaria a pagar a um conselho de administração de nomeados e amigos que, por sua vez, contrata os amigos para projectistas, para as empreitadas, para fornecedores de equipamentos, assim acrescentando centenas de milhões de euros ao défice público.
Esta previsão acabou por ser acertada, e agora a empresa Parque Escolar está no centro de uma polémica em torno de alegadas despesas e pagamentos ilegais, detectadas pelo Tribunal de Contas. Polémica essa que rapidamente foi aproveitada pelo Governo para suspender as obras de modernização de escolas em curso, ao contrário daquilo que tinha sido garantido pelo Ministro da Educação – ainda em Março deste ano – quando afirmou que «As escolas que têm obras em curso vão continuar com um ritmo apropriado à contenção económica que vivemos». Esta suspensão de obras, no entanto, não emana de um despacho ministerial, a suspensão de obras resulta do facto da empresa Parque Escolar não pagar aos empreiteiros de obra. A Direcção Sub-regional do Vale do Sousa e Baixo Tâmega do PCP conhece casos concretos de empresas desta região, sub-empreiteiros trabalhando para os empreiteiros de várias escolas nos concelhos de Baião e Marco de Canaveses, que estão sem receber qualquer crédito desde Novembro ou Dezembro de 2011. Duas empresas, uma de construção civil, outra de instalações eléctricas, têm neste momento, em conjunto, 160 funcionários sem trabalho, aguardando em casa uma solução para a difícil situação financeira em que se encontram. Estas empresas de pequena a média dimensão não têm contrato directo com a Parque Escolar, são subempreiteiros. Devido à sua reduzida dimensão e aos (proporcionalmente) elevados valores em dívida, estas empresas não têm condições de suportar pagamentos de salários aos trabalhadores nestas condições durante muito tempo. Por este motivo, o desemprego é uma possibilidade real para estes trabalhadores, caso as dívidas referentes a trabalhos já efectuados não sejam liquidadas brevemente. Referimos aqui apenas dois casos, no entanto os gerentes destas empresas conhecem muitas outras empresas que se encontram mais ou menos na mesma situação. A Direcção Sub-regional do Vale do Sousa e Baixo Tâmega do PCP entendeu que deve denunciar publicamente esta inadmissível situação. O Governo tem responsabilidade directa. O não pagamento da obra já realizada tem a marca do Ministério das Finanças, uma vez que este não disponibilizou à Parque Escolar os recursos financeiros necessários para assumir os compromissos que a empresa já tinha assumido. Nesta situação fica bem claro o que representa para o país a chamada política de “austeridade”. A opção do Governo – apoiada no Pacto de Agressão assinado pelo PS, PSD e CDS – em proceder à consolidação orçamental, pela redução do défice e da dívida pública “custe o que custar”, resulta na profunda recessão da economia, com responsabilidade directa nas falências e encerramento de pequenas empresas, e consequente destruição de milhares de postos de trabalho e alastramento da pobreza. O país precisa de uma mudança de rumo, uma ruptura com estas políticas que nos têm levado ao declínio nacional. As propostas alternativas do PCP, nomeadamente as que reclamam a defesa do aparelho produtivo, alargando o investimento público e apoiando as micro, pequenas e médias empresas – privilegiando o mercado interno -, são mais do que justas, são urgentemente necessárias.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Informação capítulo III, O PlanIT Valley, mega operação de propaganda em Paredes


Filhos de Abril: Relembrar (ainda com governo PS)

Este comunicado foi publico a 6 de Julho de 2010 pelo eleito da CDU na Assembleia Municipal de Paredes, ficava patente nas suas palavras várias dúvidas sobre o projecto da Cidade Inteligente.

"tudo se compreenderá no futuro"


Projecto da Cidade Inteligente

A recente apresentação no Auditório da Casa da Cultura de Paredes do Projecto da Cidade Inteligente constituiu a meu ver um exercício raro de incapacidade de concretizar uma ideia, expondo-a com verdade.
Afinal no início todos se interrogavam: o que era a Cidade Inteligente?
 A sessão foi pouco clarificadora. No fim pergunta-se: que “Cidade Inteligente” irá existir no futuro?
Uma promotora, a Living PlanIt, dispõe-se a dar origem a uma cidade tecnológica a construir dentro de 2 a 3 anos, chamada Planit Valley. Um dos primeiros inquilinos da cidade visionária é a Cisco Systems com quem a Planit Valley assinou uma carta de intenções para a construção de um Centro de inovação Global para serviços em rede.
Onde se localizará a cidade das novas tecnologias? Em 17 km2, em terrenos das freguesias de Parada de Todeia, Recarei, Sobreira e Aguiar de Sousa, do sul do Concelho de Paredes. Em terrenos ainda não adquiridos, indefinida a entidade aquisitora (Câmara Municipal? Planit Valley? Ambas?) embora se fale em financiamento bancário. A 1.ª fase do projecto reserva o direito de se instalar em 40 ha, com investimentos de 10 mil milhões de euros, com dezenas de milhar de postos de trabalho e 12.000 parceiros de pequenas e médias empresas .
O Secretário de Estado da Energia e Inovação Carlos Zorrinho apadrinhou a iniciativa, deixando expressas palavras de indesmentível entusiasmo. Certamente muito mais foi dito, mas a ausência de tradução das intervenções em Inglês de alguns dos mais importantes protagonistas dificultou a busca dos contornos reais do Projecto. Acresce que o tempo previsto no convite para perguntas e respostas se reduziu a uma informal conferência de imprensa nos Jardins da Casa da Cultura dada pelos protagonistas estrangeiros á comunicação social, sem presença ou participação do restante público.
Há perguntas que não sendo até à data respondidas deixam forte dúvidas no ar.
Qual a verdadeira dimensão do empreendimento, área envolvida e limitação funcional /administrativa da nova cidade?
Qual a política de expropriações, compra de terrenos, direitos dos proprietários que não querem vender as suas propriedades?
Quais as alterações do PDM concelhio?
Quais as mais valias criadas para as freguesias e populações, serviços comuns com a nova Cidade, e dividendos das empresas localizadas na Cidade inteligente?
Alega-se que há muito caminho andado, muito estudo elaborado, muito projecto parcelar. Não duvidamos. Refere-se a existência de um necessário sigilo, uma confidencialidade benéfica. Sabe-se contudo que o interesse público exige respostas adequadas, transparentes e não dúbias. Não se compreende que as autarquias locais, as freguesias, não sejam informadas.
Sendo o Projecto assim exposto tão importante pelo investimento propalado, pela criação de postos de trabalho anunciada e pelo prestígio nacional que se anteveria, não se compreende a ausência das principais figuras do Executivo, como Primeiro Ministro, o Ministro da Economia, o Ministro das Finanças, o Ministro da Ciência e Tecnologia, o Ministro do Trabalho, os responsáveis do Comércio Externo.
Igualmente não se compreende o alheamento das principais empresas nacionais da área tecnológica e de informação como a Portugal Telecom, a Sonae.
Ou melhor, tudo se compreenderá no futuro.
Na Assembleia Municipal começaremos a colocar as perguntas necessárias. E proponho desde já uma sessão extraordinária da Assembleia Municipal para tratar deste tema. E para os que invocam a redução da despesa do seu funcionamento, fica a sugestão da dispensa de pagamento das senhas de presença.
Filhos de Abril:  Brevemente falaremos dos trabalhadores
Continua!

Dia de África - O PCP saúda os imigrantes e os povos africanos


Nota do Grupo de Trabalho do PCP para a Imigração

1 - No dia em que se comemora o Dia de África, o Partido Comunista Português dirige uma saudação fraterna a todos os imigrantes oriundos de países africanos que trabalham e vivem em Portugal, aos seus descendentes e a todos os que, tendo as suas raízes em África, adquiriram já a nacionalidade portuguesa.
2 - O PCP sublinha a necessidade da intensificação da luta contra o imperialismo e a sua política de exploração, opressão, tirania e guerra, causas profundas que obrigam homens, mulheres e crianças a fugir à miséria e à violência e a procurar noutros países o seu sustento e o das suas famílias e uma vida melhor.
3 – O PCP expressa a sua solidariedade com as movimentações de massas de povos de países africanos que lutam pelos direitos democráticos, pela Paz, Progresso e Justiça social.
4 – O PCP expressa a sua determinação no combate aos fenómenos de racismo e xenofobia bem como à propagação de teorias e ideias fascistas, que a acentuação da política de direita e o agravamento da situação social dela decorrente podem alimentar.
5 - O PCP reafirma os eixos centrais da sua política de Imigração no sentido da plena inserção na sociedade portuguesa dos trabalhadores imigrantes, no respeito e valorização da sua identidade cultural, por uma política de regularização justa e realista, pela defesa do direito ao trabalho, contra uma Europa Fortaleza e contra a insistência do Governo PSD/CDS-PP na Directiva do Retorno, que reduz os imigrantes a “objectos descartáveis”.
6 – Ao lutar por uma política de desenvolvimento económico e criação de emprego, contra a carestia e o corte dos apoios sociais aos mais carenciados, de defesa dos serviços públicos e das empresas e sectores estratégicos da economia, de defesa e reposição dos direitos e de afirmação da soberania nacional, o PCP está a lutar pela melhoria das condições de vida não só dos trabalhadores e do povo português mas também dos imigrantes, criando condições mais favoráveis de igualdade nos direitos sociais, laborais e de participação.
7 – O PCP apela a todos os imigrantes a que participem na manifestação de amanhã, «É tempo de dizer basta! Rejeitar o Pacto de Agressão, Lutar por um Portugal com futuro», em Lisboa.

Divulga! Mobiliza! Participa! No próximo dia 9 de Junho, sábado, no Porto, a CGTP vai promover uma manifestação contra as políticas das troikas

Divulga! Mobiliza! Participa!

No próximo dia 9 de Junho, sábado, no Porto, a CGTP vai promover uma manifestação contra as políticas das troikas. Participar e mobilizar para esta importante iniciativa é um dever de todos os que aspiram a um país mais justo.

Os únicos beneficiados com as políticas de PSD, CDS e PS são os grandes grupos económicos e financeiros. Interromper este ciclo de desastre nacional é um imperativo!

Estamos fartos de ser roubados!



terça-feira, 22 de maio de 2012

Informação capítulo II, O PlanIT Valley, mega operação de propaganda em Paredes

Filhos de Abril : INÍCIO (beginning)




Em 2009 a empresa de Arquitectura e Engenharia Balonas & Menano (ao que consta,com grande credibilidade) começa o projecto Planit Valley


Na página oficial do Presidente da República a empresa Balonas & Menano, é descrita da seguinte forma:

A BM encontra-se actualmente a desenvolver planos para a nova cidade tecnológica e sustentável em Portugal. Com 1.700 hectares, a Planit Valley será uma cidade modelo, possível de replicar em outros lugares, completamente autos suficiente em termos de energia, incluindo sistemas de alta tecnologia desenvolvida por empresas como Cisco, McLaren, Microsoft e outros.


Nesta mesma página do PR e ainda sobre a empresa em questão, está uma curiosidade :

Educação

A BM apresenta uma experiência considerável em projectos de educação, tendo desenvolvido projectos para escolas de ciências da saúde, hospitais e laboratórios de universidades e escolas genéricas, destacando-se, entre outros, projectos para um campus universitário em Al Khoms, na Líbia.



Filhos de Abril : De 2009 em diante a cidade inteligente do senhor Lewis e do Dr. Celso crescia aceleradamente no imaginário paredense, desenvolvia-se em briefings e cocktails em edifícios camarários e em quintas, concretizavam-se reuniões com autarcas PS e com o secretário de Estado Zorrinho. Nas capas dos jornais e revistas nacionais e estrangeiros todos tiraram proveito. (estavamos em época de eleições).

 
Entretanto vários trabalhadores eram recrutados em entrevistas de trabalho para participar neste projecto, de início na zona da Maia mais concretamente no Hotel Central Parque.

Alguns destes jovens ambiciosos vêm uma oportunidade que não podem desperdiçar , tudo é grande, as empresas, os nomes sonantes, ministros, Presidente da Camâra de Paredes, ex deputados de Inglaterra, Hotéis, Vale de Pisão , champanhe, Microsoft etc... Todos querem um emprego assim,  bons salários, um futuro!



Continua!

domingo, 20 de maio de 2012

Informação capítulo I , O PlanIT Valley, mega operação de propaganda em Paredes

Filhos de Abril:
 Informa-se que iremos apartir de hoje, esclarecer, denunciar, tudo que estiver relacionado com a mega operação de propaganda da "Cidade Inteligente".

Os filhos de Abril têm recebido no ultimo ano vários "mails" de cidadãos anónimos ,políticos e de ex e actuais trabalhadores  que conviveram de perto com Lewis e do Dr. Celso, outros membros do PSD, Zorrinho do PS, Ministro Álvaro dos Santos Pereira e um sem numero de criaturas estrangeiras que actualmente já por cá não andam a gastar certamente milhares de euros na criação da ideia do "mega projecto inteligente" em Paredes de nome "A PlanIT Valley."

Os filhos de Abril agradecem a todos os que contribuíram com documentos e fotos , que foram de tal forma massiva (cerca de 25 Gigas de Informação).


Texto 1, retirado de She and Bobby McGee

PAREDES E O FUTURO II

Na campanha autárquica eleitoral anterior, a equipa do PSD liderada por Celso Ferreira prometeu “grandes novidades” para Paredes: o PlanIT Valley e a reconversão das “velhinhas” escolas primárias em centros de dia, casas da juventude e da cultura. Eram certamente duas promessas fortes. Vejamos a primeira, a extraordinária Cidade Inteligente.
Um investidor inglês surgira em Paredes com uma ideia, uma equipa, uma necessidade de parceria. Prometia um investimento de 10 mil milhões de euros, de 2009 a 2013, uma relação descentralizada com 12.000 parceiros públicos e privados (das áreas das telecomunicações, da distribuição, do ensino superior) que criariam 20.000 postos de trabalho, qualificados e não qualificados. Houve quem falasse no euromilhões tecnológico, na solidez das apresentações, na confiança de tais projectos que, realce-se, representaria um investimento 153 vezes o do estádio do Dragão ou 60 vezes o orçamento do Ministério da Cultura. Em 2007 a Câmara já tinha anunciado a criação de um cluster ligado às tecnologias para a indústria automóvel.
A cidade inteligente do senhor Lewis e do Dr. Celso crescia aceleradamente no imaginário paredense, desenvolvia-se em briefings e cocktails em edifícios camarários e em quintas, concretizava-se em reuniões com autarcas PS e com o secretário de Estado Zorrinho, expandia-se em louvores, expectativas e textos encomiásticos em jornais e revistas nacionais e estrangeiros, avançava no terreno com medições, avaliações, expropriações, promessas de compra e venda. Tudo silenciosamente, como uma mancha a crescer. A equipa reunia, inicialmente na Maia, depois num hotel em Paredes. Procurava-se o estatuto de Projecto PIN – Projecto de Potencial Interesse Nacional. De Paredes, interlocutava uma Agência Para o Desenvolvimento de Paredes, estrutura com muita ambição e muito resultado liquido negativo.
Em publicação gratuita da Câmara Municipal (Entre Paredes, de Agosto de 2010) o PlanIT Valley era explicado de A a Z, com cronograma de fases, promessas de postos de trabalho. Passos Coelho, candidato, em 12 de Abril de 2011, tomou conhecimento do projecto e afirmou que era “uma plataforma alargada de multinacionais ligadas ao sector tecnológico”. Mudou o governo. Santos Pereira visita o Concelho, e perante nova investida dos promotores, deve ter torcido o nariz, como Zorrinho, ao sr. Lewis e ao Dr. Celso.
A cidade inteligente transformou-se na cidade criativa, de dez milhões de euros de investimento em design. O quartel-general “hoteleiro” foi desmontado, alguém certamente pagou as despesas da festa, alguém certamente pagou as intervenções no terreno, alguém certamente pagou honorários a colaboradores, alguém…
O tempo passa, hoje, amanhã. Sem uma explicação, a primeira cidade inteligente da Europa permanece nos privados papéis do sr. Lewis e do Dr. Celso. O edifício central da futura urbe teria uma forma oval, cor verde esmeralda. Que lindo! A cidade inteligente teria um pequeno aeródromo, para deslocações rápidas. Que bom! A PlanIT Valley permitia uma redução de 50% dos custos das habitações. Que útil!
O sr. Lewis e o Dr. Celso certamente deviam influenciar positivamente Santos Pereira, Passos Coelho e outros, das vantagens da cidade inteligente e sustentável para Paredes. De contrário teremos uma fraude eleitoral, um abuso de confiança, um futuro a modos que…em maquete!

Cristiano Ribeiro

O governo do PSD/CDS quer taxar os habitantes das zonas protegidas

Catarina Eufémia assassinada a 19 de Maio


A ceifeira pediu ao feitor da propriedade onde trabalhava um aumento de dois escudos pela jorna, acabou morta por um tenente da GNR.
 

sábado, 19 de maio de 2012

Pedro Passos Coelho

 
A autoria do texto que se segue não é minha, chegou-me por mail, porque divulgo, bem porque estamos num país livre:


Meus Amigos, algum de vós dava emprego (não estou a falar de
trabalho...) a alguém com esta "Carreira de Vida" (Curriculum Vitae
[CV])!?...

Nome: Pedro Passos Coelho
Morada: Rua da Milharada - Massamá
Data de nascimento: 24 de Julho de 1964
Formação Académica: Licenciatura em Economia - Universidade Lusíada
(concluída em 2001, com 37 anos de idade)
Percurso profissional: Até 2004, apenas actividade partidária na JSD e
PSD;
a partir de 2004 (com 40 anos de idade) passou a desempenhar vários cargos
em empresas do amigo e companheiro de Partido, Engº Ângelo Correia,
de quem foi diligente e dedicado 'moço-de-fretes',

tais como:
(2007-2009) Administrador Executivo da Fomentinvest, SGPS, SA;
(2007-2009) Presidente da HLC Tejo,SA;
(2007-2009) Administrador Executivo da Fomentinvest;
(2007-2009) Administrador Não Executivo da Ecoambiente,SA;
(2005-2009) Presidente da Ribtejo, SA;
(2005-2007) Administrador Não Executivo da Tecnidata SGPS;
(2005-2007) Administrador Não Executivo da Adtech, SA;
(2004-2006) Director Financeiro da Fomentinvest,SGPS,SA;
(2004-2009) Administrador Delegado da Tejo Ambiente, SA;
(2004-2006) Administrador Financeiro da HLC Tejo,SA.
Este é o "magnífico" CV do homem que 'teoricamente' governa este País! Um
homem que
nunca soube o que era trabalhar até aos 37 anos de idade! Um homem que,
mesmo sem ocupação profissional, só conseguiu terminar a Licenciatura
(numa Universidade privada...) com 37 anos de idade!

Mais: um homem que, mesmo sem experiência de vida e de trabalho, conseguiu
logo
obter emprego como ADMINISTRADOR... em empresas de Ângelo Correia, "barão"
do
PSD e seu tutor e patrão político!... E que nesse universo continua a
exercer funções!...
É ESTE O HOMEM QUE FALA DE "ESFORÇO" NA VIDA E DE "MÉRITO"!
É ESTE O HOMEM QUE PRETENDE DAR LIÇÕES DE VIDA A MILHARES DE TRABALHADORES
DESTE PAÍS QUE NUNCA CHEGARÃO A ADMINISTRADORES DE EMPRESA ALGUMA, MAS QUE
LABUTAM ARDUAMENTE HÁ MUITOS E MUITOS ANOS NAS SUAS EMPRESAS, GANHANDO
ORDENADOS DE MISÉRIA!
É ESTE O HOMEM QUE, EM TOM MORALISTA, FALA DE "BOYS" E DE "COMPADRIOS",
LOGO
ELE QUE, COMO SE COMPROVA, NÃO PRECISOU DE "FAVORES" DE NINGUÉM... PARA
ARRANJAR EMPREGO!...

EDIFICANTE... NÃO É?...

DIGA LÁ... DAVA EMPREGO (QUE NÃO FOSSE O DE 'MOÇO-DE-RECADOS') A ALGUÉM COM
ESTA 'FOLHA DE SERVIÇOS'?

Rita Rato: O Sr. deputado do PSD devia ter vergonha de defender o fim do...

Catastroika (legendas em português), O novo documentário da equipa responsável por Dividocracia chama-se Castastroika

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Lutar não é crime


DIREITOS ADQUIRIDOS (apenas alguns exemplos)

- liberdade e ...direitos sindicais,

- direitos de reunião e de manifestação,

- direito de greve,

- direito de negociação colectiva,

- constituição de comissões de trabalhadores,

- institucionalização do salário mínimo nacional;

- democratização do ensino,

- universalização do direito à segurança social e à saúde,

- participação em múltiplos órgãos e organismos do Estado.

– aumento generalizado de salários, garantia de emprego, férias, subsídio de férias e de Natal; diminuição das diferenças salariais, supressão do tratamento legal ou convencional claramente discriminatório;

– abertura às mulheres das carreiras da magistratura judicial e do ministério público e dos quadros de funcionários da justiça (DL 251/74,12.06), carreira diplomática (DL 308/74, de 6.07), a todos os cargos da carreira administrativa local (DL 251/74, de 22.06);

– abolidas todas as restrições baseadas no sexo quanto à capacidade eleitoral dos cidadãos (DL 621-A/74, de 15.11);

– alteração do artigo XXIV da Concordata, passando os casamentos católicos a poder obter o divórcio civil (DL 187/75, de 4.04);

– abolido o direito do marido abrir a correspondência da mulher (DL 474/76, de 16.06);

– revogadas disposições penais que reduziam penas ou isentavam de crimes os homens, em virtude das vítimas desses delitos serem as suas mulheres ou filhas (DL 262/75, de 27.05);

– aprovação da Constituição em 1976, que consagrava a igualdade entre mulheres e homens em todos os domínios da vida, e cuja entrada em vigor determinou a revogação de todo o direito discriminatório ainda existente;

– ampliação do período de licença de maternidade para 90 dias (DL 112/76, de 7.02), 60 dos quais teriam de ser gozados após o parto, estando abrangidas todas as trabalhadoras;

– entrada em vigor, em 1978, da revisão do Código Civil (DL 496/77, de 25.11); na família a mulher deixa de ter estatuto de dependência para ter estatuto de igualdade com o homem;

– criação das consultas de planeamento familiar nos centros de saúde materno-infantil (Despacho do Secretário de Estado de Saúde, 16.03.76).
Ver mais

ΔΙΕΘΝΗΣ.



«Εκτός των ορίων της νομιμότητας κινούνται όσοι αμφισβητούν το πολίτευμα» έγραψε στο «βαρυσήμαντο» πρωτοσέλιδο άρθρο του, με τίτλο «Τα φαντάσματα του Λένιν και οι σκιές των Τσάρων», ο εκδότης του Βήματος Σταύρος Ψυχάρης, συμπληρώνοντας «έστω και αν επικαλούνται τη θέληση του λάου», ώστε να μη μείνει καμία αμφιβολία σε ποιους αναφέρεται.

4 de Maio - Dia internacional do Bombeiro


PCP reúne com com Federação de Bombeiros do distrito do Porto

Uma delegação do PCP, composta por Lurdes Rocha, do executivo da DORP e Jorge Machado, deputado na Assembleia da República, reuniu com a Federação de Bombeiros do Distrito do Porto. De acordo com as informações recolhidas, há diversas corporações de bombeiros que estão numa situação limite, havendo mesmo o sério risco de algumas encerrarem.A difícil situação financeira das corporações de bombeiros resulta, em primeiro lugar, da ausência de financiamento às corporações de bombeiros por parte do Ministério da Administração Interna e, em segundo lugar, devido às recentes alterações nas regras de financiamento do transporte de doentes, por parte do Ministério da Saúde.
Com efeito, o financiamento do transporte de doentes sofreu alterações que o transformaram, para os bombeiros, em fonte de prejuízos. De acordo com a informação recolhida, o Ministério da Saúde paga 0,48 cêntimos por quilómetro, quando esse transporte fica a 0,67 cêntimos por quilómetro para os Bombeiros. A isto acresce a alteração dos montantes pagos pelo segundo doente transportado pelos Bombeiros, a taxa de saída de 7,5 euros e a emergência hospitalar, em que apenas recebem 40 a 50% do montante da despesa, que são fatores que criam graves problemas financeiros a estas instituições.

Importa referir que, em muitas corporações de Bombeiros, são os bombeiros contratados para o transporte de doentes que permitem ter um corpo de intervenção capaz de responder em caso de emergência com prontidão.Assim, a ausência de financiamento por parte do Estado cria sérias dificuldades a estas instituições. Como se isto não fosse suficientemente mau, recentemente as alterações às regras de financiamento do transporte de doentes vieram “afundar” financeiramente as cooperações de Bombeiros.
O encerramento de cooperações de Bombeiros no distrito do Porto, como em qualquer outro distrito do nosso país, irá provocar sérios prejuízos às populações.A presente situação e a séria possibilidade de encerramento de corporações a curto prazo, podem comprometer a assistência em caso de emergência e a proteção civil de uma parte significativa do território nacional.Os problemas identificados serão alvo da intervenção do PCP na Assembleia da República, exigindo do governo medidas para a resolução destes problemas e para a criação de condições para que os Bombeiros do distrito desenvolvam a sua actividade com segurança e estabilidade.


O PCP propõe a redução do horário de trabalho para as 35 horas semanais.



O PCP propõe a redução do horário de trabalho para as 35 horas semanais. E justificou devidamente a sua proposta. Simplesmente, o PSD, o PS e o CDS, cegos pelo seu ódios aos trabalhadores e apenas interessados em aumentar a sua exploração, votaram contra a iniciativa do PCP.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Recarei: MOÇÃO APROVADA POR UNANIMIDADE NA

MOÇÃO APROVADA POR UNANIMIDADE NA

ASSEMBLEIA DE FREGUESIA DE RECAREI (30/04/2012)

Moção contra a extinção de Freguesias

Em defesa do Poder Local Democrático

A Assembleia da República aprovou no dia 13 de Abril com os votos favoráveis do PSD e CDS a Proposta de Lei nº 44/XII que aponta para a extinção de centenas de freguesias.

Esta legislação a ser promulgada pelo Presidente da República, e a ser aplicada, representaria um grave atentado contra o poder local democrático, os interesses das populações e o desenvolvimento local.

Considerando que ao contrário do anunciado «reforço da coesão» o que daqui resultaria seria mais assimetrias e desigualdades. Juntar os territórios mais fortes, mais ricos ou com mais população com os mais fracos ou menos populosos – em áreas urbanas ou rurais – traduzir-se-ia em mais atração para os primeiros (os que sobreviverão como freguesias) e mais abandono dos segundos (os que verão as suas freguesias liquidadas). Ou seja, mais abandono, menos investimento local, menos serviços públicos, menos coesão para quem menos tem e menos pode.

Considerando que ao contrário dos «ganhos de eficiência e de escala» que resultariam da «libertação de recursos financeiros» o que se teria era menos proximidade e resposta direta aos problemas locais com menos verbas e recursos disponíveis. Para além do novo corte de verbas do Orçamento de Estado prevista para 2013, as chamadas majorações de 15% para as freguesias ”agregadas” sairiam do montante global do FFF, ou seja, seriam retiradas ao montante destinado ao conjunto das freguesias, e mesmo as prometidas novas competências seriam construídas à custa das verbas dos municípios.

Considerando que qualquer reforma administrativa do território que se pretendesse séria, deveria ao contrário da liquidação de centenas de freguesias, criar as condições e afetação dos meios indispensáveis ao exercício das atribuições e competências, que hoje lhe são negados, e ao mesmo tempo concretizar a regionalização como a Constituição da República determina, indispensável a um processo de descentralização que se pretenda coerente, a uma reforma da administração pública racional, ao desenvolvimento económico regional e à defesa da autonomia municipal.

Considerando que as freguesias representam em termos do Orçamento do Estado – 0,1% do total – e em nada contribuem para a dívida pública, mais clara fica a intenção do governo – atacar o poder local e os direitos das populações ao bem-estar e à satisfação das suas necessidades locais.

Considerando que a liquidação de centenas de freguesias representaria um enorme empobrecimento democrático (traduzido na redução de mais 20 mil eleitos); enfraquecimento da afirmação, defesa e representação dos interesses e aspirações das populações que a presença de órgãos autárquicos assegura; o aprofundamento das assimetrias e perda de coesão (territorial, social e económica), o abandono ainda maior das populações, o acentuar da desertificação e, ainda, mesmo que o neguem, um ataque ao emprego público (milhares de trabalhadores das freguesias extintas cujo destino futuro será o despedimento ou a mobilidade).

Considerando que a manifestação nacional de freguesias do dia 31 de Março convocada pela ANAFRE e por Plataformas contra a liquidação das freguesias, constituiu uma inapagável resposta das populações em defesa da sua identidade e raízes, uma poderosa expressão de afirmação dos seus direitos e identificação com as suas freguesia e respectivos órgãos autárquicos, tal como já o fora o Congresso da ANAFRE em 2 e 3 de Dezembro de 2011, o Encontro Nacional de Freguesias de 10 de Março de 2012, assim como as múltiplas manifestações de descontentamento, conjuntas ou de cada freguesia e município.

A Assembleia de Freguesia de Recarei reunida a 30 / 04 / 2012, delibera:

1 – Manifestar a sua oposição a qualquer proposta de liquidação de freguesias e afirmar a defesa do actual número de freguesias, por aquilo que representam para as populações, com reforço das suas competências e meios financeiros. Nenhum órgão autárquico foi eleito com o mandato para liquidar freguesias.

2 – Apelar à Câmara e Assembleia Municipal de Paredes para recusarem ser cúmplices da liquidação de freguesias no nosso concelho, não aceitando a chantagem da eventual redução de 20% das freguesias a extinguir, como se duma promoção comercial se tratasse. Como já se insinua, hoje é a liquidação de freguesias, amanhã serão os municípios.

3 – Exortar a ANAFRE e Assoc. Nacional de Municípios Portugueses a não pactuarem com este processo, não indicando representantes para a chamada “Unidade Técnica”.

4 – Reivindicar do Presidente da República a não promulgação desta legislação em conformidade com as suas responsabilidades constitucionais e em consonância com as suas declarações contra o agravamento das assimetrias regionais, a desertificação e o despovoamento do interior, e em defesa da identidade local.

5 – Apelar a todos os autarcas, aos trabalhadores das autarquias, ao movimento associativo e à população para o prosseguimento da luta e das diversas acções, contra a extinção de freguesias e em defesa do poder local democrático.

Ricardo Costa

Eleito da CDU na Assembleia de Freguesia de Recarei

quarta-feira, 2 de maio de 2012

A Farpa - n.º 10 - Maio 2012


A Organização da Freguesia de Lordelo irá distribuir a partir de amanhã a nova edição d' A FARPA. Entretanto, a edição já está disponível no sítio d' A Farpa na internet.

terça-feira, 1 de maio de 2012

A luta dos Bairros camararios GAC.wmv

A luta do jornal do Comercio GAC.wmv

Utentes da linha do Tâmega participam no 1º Maio no Porto

Na conversa com os utentes da linha do Tâmega, foi dito que jamais desistiram de lutar por este transporte publico afirmando que foram enganados pelo governo PS Sócrates e autarcas de Amarante, Marco de Canaveses e também do actual Governo PSD /CDS que foram os coveiros finais desta politica terrorista de retirar a mobilidade da ferrovia e lhes terem posto como alternativa autocarros que não fazem serviço nas férias escolares deixando apeadas dezenas de passageiros.

Muitas queixas em relação aos horários, pois não satisfazem as necessidades e os custos são o dobro que custava na viagem na automotora.



Algumas das frases mais ditas:
"Passos escuta, o povo está em luta"
"O FMI, não manda aqui"
"Coelho terrorista és um grande aldrabão"