A revolução do 25 de Abril de 1974 trouxe a Portugal Liberdade, pondo fim a um longo período de Ditadura fascista de 49 anos. Após 1976 houve retrocessos graves no processo desta revolução, patrocinada por partidos reaccionários de direita tendo como aliados algumas famílias Fascistas. Portugal foi caminhando o trilho de uma sociedade capitalista, geradora de profundas injustiças sociais.



Neste blog iremos denunciar os sistemáticos atentados que todos os dias ocorrem às Liberdades, Direitos e Garantias que herdámos de homens e mulheres que lutaram para que fosse possível o maior acontecimento histórico do século xx em Portugal.



sexta-feira, 22 de abril de 2011

PCP apresenta Compromisso Eleitoral

Jerónimo de Sousa, na apresentação do Compromisso Eleitoral do PCP, sublinhou que este compromisso é diferente e único porque dá resposta aos problemas mais prementes do país, porque traz a garantia do apoio às lutas dos trabalhadores e das populações, um compromisso que não é com a banca nem com o grande capital, é com os trabalhadores o povo e o país.


Candidatos da CDU pelo Distrito do Porto


Foi entregue em tribunal a lista de candidatos da CDU às eleições de 5 de Junho, pelo círculo do Porto, sendo a primeira força a formalizar a candidatura neste distrito.No momento da entrega, o deputado Jorge Machado destacou a grande presença de mulheres e jovens na lista, bem como a disponibilidade dos candidatos para uma campanha assente no contacto directo com os trabalhadores, a população e as diversas entidades desta região, capaz de assegurar o esclarecimento e a mobilização dos eleitores para uma mudança de políticas, reforçando a CDU e contribuindo para uma política e um governo patriótico e de esquerda.

VER em : PCP

25 de Abril 2011

Num momento particularmente difícil para a imensa maioria dos portugueses, com uma ofensiva brutal contra os direitos dos trabalhadores, pensionistas, desempregados e jovens, com medidas que põem em causa as conquistas democráticas do 25 de Abril de 1974, as comemorações do 25 de Abril e do 1º de Maio têm de ser encaradas como grandes jornadas de luta e protesto, contra a política de direita e pela exigência de ruptura e mudança política, que trave e inverta esse rumo de desastre nacional.