A revolução do 25 de Abril de 1974 trouxe a Portugal Liberdade, pondo fim a um longo período de Ditadura fascista de 49 anos. Após 1976 houve retrocessos graves no processo desta revolução, patrocinada por partidos reaccionários de direita tendo como aliados algumas famílias Fascistas. Portugal foi caminhando o trilho de uma sociedade capitalista, geradora de profundas injustiças sociais.



Neste blog iremos denunciar os sistemáticos atentados que todos os dias ocorrem às Liberdades, Direitos e Garantias que herdámos de homens e mulheres que lutaram para que fosse possível o maior acontecimento histórico do século xx em Portugal.



sábado, 26 de novembro de 2011

Adesões no distrito do Porto – Greve Geral – 24 Novembro 2011


Enfermeiros Hosp. Padre Américo, Penafiel – turno da noite – 71%

Enfermeiros IPO – turno da noite – 73%

Enfermeiros Centro Hospitalar de V.N.Gaia – turno da noite – 45%

Caetano Bus/metalurgia – V.N.Gaia – 60%

GE Power Controls – 1º turno – V.N.Gaia – 50%

GE Power Controls – turno normal – V.N.Gaia – 60,3%

Móveis Fernandes & Rodrigues – 60%

Const. Dias, Carvalho & associados – 70%

Soc. Const. Castro & Mendes – 65%

Const. Pereira Gomes – 60%

Soc. Const. do Ave – 65%

Ferreira Granitos Lda – 70%

António Sousa & Filhos – 63%

Const. Silva Coelho e Filhos, lda – 58%

Const. Irmãos Unidos – 70%

Soc. Const. Patrício & Lima – 60%

Soc. Const. Jaime Ferreira – 65%

Const. David Gomes – 60%

Móveis Paulo & Pedro – 63%

Móveis Fernando Oliveira – 72%

Mobiliário João David Teixeira – 60%

Rochas Ornamentais Felismino Silva – 65%

Soc. Const. Sousa & Romeu – 75%

Luís Acácio Mobiliário – 65%

Soc. Const. Francisco Jesus – 70%

Aurélio & Sandro Soc. Const. – 75%

Mármores e Granitos do Alto Douro – 65%

Juliano & Rodrigues Soc. Const. – 75%

Soc. Const. António Pacheco – 70%

Francisco Gomes & Pinto – 72%

Construções Joaquim Barros – 70%

Fernando Carvalho & Filhos – 65%

Construções Rodrigo Unipessoal – 55%

Construções S.Jorge – 80%

João Pinto Moreira – 60%

Móveis Pereira – 60%

João & Alberto Granitos – 57%

Soc.Const.Pinto Moreira – 75%

Móveis Rosa & FiLhos – 65%

Const. J.Leitão – 70%

Soc. Pedreiras Carvalho & Filhos – 60%

Const. Maia da Rocha – 55%

Const. Pereira Ribeiro – 75%

Móveis Cristiano & Filhos – 65%

João Pinto Fonseca – 60%

Const. Luís Carvalho – 70%

Soc. Const. Benjamim – 62%

Antero & Carvalho – 70%

Soc. Const. Beira Alta – 75%

Soc. Const. Pinto & Coelho – 65%

Móveis Rodrigo & Filhos – 65%

Pedreiras e Granitos de Lamelas – 60%

Soc. Const. José Maria Carvalho – 70%

Soc. Const. Mesquita & Filhos – 75%

Pedreiras e Granitos do Tâmega – 70%

SOCOMETAL, Vila Nova de Gaia – turno normal – 90,4%

CAMO, V.N.Gaia – 71.8%

FERFOR, Felgueiras – turno normal – 76%

INAPAL, Matosinhos – turno da manhã – 50,8%

FICOCABLES, Maia – 1º turno – 35%

CDPs/COC-N Porto – 89%

CDPs/COC-N Ermesinde – 64%

CDPs/COC-N Felgueiras – 42,86%

CDPs/COC-N Gondomar – 84%

CDPs/COC-N Marco de Canaveses – 89%

CDPs/COC-N Matosinhos – 60%

CDPs/COC-N Senhora da Hora – 86%

CDPs/COC-N Paços de Ferreira – 57%

CDPs/COC-N Penafiel – 82%

CDPs/COC-N Póvoa de Varzim – 50%

CDPs/COC-N Rio Tinto – 53%

CDPs/COC-N Santo Tirso – 57%

CDPs/COC-N Valadares – 60%

CDPs/COC-N Valongo – 77%

CDPs/COC-N Vila do COnde – 70%

CDPs/COC-N Vila Nova de Gaia – 70%

Finanças Amarante – 100%

Caixa Geral de Depósitos/STEC, Porto – 80%

Segurança Social Miguel Bombarda, Porto – 45%

Cantina CCD Miguel Bombarda, Porto – 100%

Serviço Informativo Miguel Bombarda, Porto – 80%



Such – Cantina Hosp. Pedro Hispano, Matosinhos – 100%

uniself, SA – Cantina da Esc. Montebello, Porto – 100%

uniself, SA – Cantina da Esc. António Aroso, Porto – 100%

Eurest, lda – Cantina da Esc. EB 2,3 de Santo Tirso – 100%

uniself, SA – Cantina da Escola do Lagarteiro, Porto – 100%

uniself, SA – Cantina da Esc. Augusto Leça, Porto – 25%

uniself, SA – Cantina da Esc. da Sé, Porto – 100%

uniself, SA – Cantina da Escola S.Tomé, Porto – 66%

Gertal, SA – Cantina da Esc. Cima da Serra, Gondomar – 100%

Gertal, SA – Cantina da Esc. do Seixo, Gondomar – 100%

Gertal, SA – Cantina da Esc. de São Caetano 1, Gondomar – 100%

Gertal, SA – Cantina da Esc. Santegãos, Gondomar – 100%

Gertal, SA – Cantina da Esc. Bela Vista, Gondomar – 100%

Gertal, SA – Cantina da Esc. Boucinha, Gondomar – 100%

Solnave, SA – Cantina do Centro de Formação 11, Porto – 75%

Eurest, Lda – Cantina da Esc. Manoel de oliveira, Porto – 100%

Eurest, Lda – Cantina da Esc. Garcia de Horta, Porto – 100%

Eurest, Lda – Cantina da Esc. da Barranha, Porto – 100%

Itau, Lda – Cantina RTP, Gaia – 50%

Itau, Lda – Cantina do Hosp. Prelada, Porto – 100%

Eurest, Lda – Bar do IPO, Porto – 100%

Trabalhadores da Construções S. Jorge – 80%

Trabalhadores da construções Pereira Ribeiro – 70%

Trabalhadores da Construções Beira Alta – 70%

Trabalhadores da Construções Mesquita & Filhos – 70%

Hospital Prelada – 4 Pisos serviços mínimos



Faculdade Medicina – Secretaria Encerrada

IPO Porto – Bloco Operatório – 50%

Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia – Consulta Externa – 100%

Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia – Oftalmologia – 50%

Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia – Gastro – 100%

Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia – Cardiologia – 100%

Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia – Internamento – 100%

Vila do Conde – Tribunal – 50%

Vila do Conde – Finanças – 50%

Escola EB 2, 3 Olival – 90% (2 professores a dar aulas, a meia dúzia de alunos)

Hospital S. João – Farmácia 99%

Hospital S. João – Cirurgia ambulatório 100%

Hospital S. João – Oftalmologia 100%

Hospital S. João – Otorrino 100%

Hospital S. João – Bloco Central 100%

Hospital S. João – Centro Torácico 100% (está 1 trabalhador contrato 3 meses)

Hospital S. João – Central Diagnóstico 100%

Hospital S. João – Refeições 100%

Escola EB 2,3 Santa Marinha Zêzere – 50 % (secretaria encerrada, assist operacionais 50%)

Escola Secundária Boa Nova – 100%

Agrupamento Escolar Aurélia Sousa – 100%

Escola Secundária Rio Tinto – 80%

Escola Secundária Fontes Pereira de Melo – 100 % encerrada

Escola Secundária Clara de Resende – 100% encerrada

Agrupamento Escolar Ramalho Ortigão – encerrada

Escola Secundária Garcia da Orta – encerrada

Escola Secundária Francisco Torrinha – encerrada

Escola Secundária Rocha Peixoto – encerrada

Escola EB 2,3 J. Araújo – encerrada

Escola EB 2,3 Gervide – encerrada

Finanças Amarante – encerrada

Loja Cidadão Seg.Social, SEF, Cca – encerrada

Escola EB 2,3 Toutosa – encerrada

Agrupamento Escola Saul Dias – encerrada

Agrupamento Escola Cerco – encerrada

Escola EB 2,3 S. Pedro da Cova – encerrada

Escola Secundária Senhora da Hora – encerrada

Escola EB 2,3 Nicolau Nasoni – encerrada

ISS A. Patrício – encerrado serviços tesouraria

Cerâmica de Valadares – 30%



GE Power Control – 60%

Avenadecor – 100%

Associação Nacional de Deficientes e Sinistrados do Trabalho – Porto – 100%

Junta de Freguesia de Leço do Balio – 100%



Junta de Freguesia de Vila do Andorinho – 100%

Junta de Freguesia de Leça da Palmeira – 100%

Junta de Freguesia de Guifões – secretaria – 100%

Junta de Freguesia de Leça do balio – secretaria – 100%

Câmara Municipal da Maia – pavilhão desportivo – 100%

Câmara Municipal da Maia – Paços do Concelho – 90%

Câmara Municipal da Maia – Oficinas – 90%

Câmara Municipal da Maia – Jardins – 100%

Maia Ambiente – nocturno – 30%

Câmara Municipal de Santo Tirso – Estaleiros – 90%

Câmara Municipal de Santo Tirso – Paços do Concelho – 70%

Câmara Municipal de Santo Tirso – escolas – encerradas

Câmara Municipal de Baião – Oficinas – 50%

Junta de Freguesia de Perafita – 95%

Câmara Municipal de Amarante – Secção de Pessoal – 100%

Câmara Municipal de Amarante – Urbanismo – 100%

Câmara Municipal de Amarante – Tesouraria – 100%

Câmara Municipal de Amarante – Atendimento – 50%

Junta de Freguesia de Santa Cruz do Bispo – 100%

Câmara Municipal do Porto – DLU – 80%

Câmara Municipal do Porto – Paços do Concelho – 30%

Câmara Municipal do Porto – CTT – 50%

Câmara Municipal do Porto – Gabinete do Munícipe – 100%

Águas do Porto, EM – geral – 45%

Águas do Porto, EM – cantina – 100%

Águas do Porto, EM – tesouraria – 100%

Câmara Municipal de Valongo – serviços administrativos – 50%

Câmara Municipal de Valongo – Oficinas – 80%

Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia – Oficinas – 90%

Águas de Gaia, EM – 70%

Bombeiros Sapadores de Gaia – 90%

Junta de Freguesia de Arcozelo – 87%

Junta de Freguesia de Oliveira do Douro – 86%

Junta de Freguesia de Aldoar – 100%

Junta de Freguesia de Paranhos – 100%

Junta de Freguesia de Campanhã – 82%

Junta de Freguesia de Foz do Douro – 100%

Junta de Freguesia de Nevogilde – 100%

Junta de Freguesia de Miragaia – 100%

Junta de Freguesia de Santo Ildefonso – 25%

Junta de Freguesia da Vitória – 100%

Câmara Municipal de Vila do Conde – encerrada

CTT Distrito do Porto – 56,35%

Câmara Municipal de Amarante – Águas – 100%

Câmara Municipal de Amarante – Secretaria – 40%

Câmara Municipal de Gondomar – Parque CAL – 30%

Câmara Municipal de Gondomar – Parque operacional – 65%

Câmara Municipal de Gondomar – Urbanística – 5%

Câmara Municipal de Gondomar – Higiene e limpeza – 30%

Águas de Gondomar – 15%

Câmara Municipal de Lousada – 15%

SMAS da Maia – 20%

Câmara Municipal da Maia – geral – 90%

Câmara Municipal da Maia – Jardins – 100%

Câmara Municipal de Marco de Canaveses – contabilidade – 100%

Câmara Municipal de Marco de Canaveses – Armazém – 50%

Câmara Municipal de Marco de Canaveses – Pintura – 100%

Câmara Municipal de Marco de Canaveses – Obras – 50%

Câmara Municipal de Marco de Canaveses – Serralharia – 100%

Câmara Municipal de Marco de Canaveses – recursos humanos – 25%

Câmara Municipal de Marco de Canaveses – Mecânica – 100%

Câmara Municipal de Matosinhos – varredura nocturna – 100%

Câmara Municipal de Matosinhos – recolha nocturna – 100%

Câmara Municipal de Matosinhos – Horto municipal – 88%

Câmara Municipal de Matosinhos – Serviços de Higiene e Limpeza – 90%

Câmara Municipal de Matosinhos – serviços técnicos – fechado

Câmara Municipal de Matosinhos – Oficinas – 70%

Câmara Municipal de Matosinhos – escolas e infantários – 100%

(12h30) Metro do Porto – condutores - 98,5%

(12h30) Camo – turno da manhã - 65%

(12h30) Socometal – turno da manhã - 90%

(12h30) Groz Beckert – turno da manhã - 50%

(12h30) Caetano Bus – turno da manhã - 60%

(12h30) Sakthi – turno da manhã - 80%

(12h30) STCP – 90% de adesão após as 10h

(12h30) Metro do Porto - encerrada a ligação à Maia

(12h30) Metro do Porto - encerrada a ligação a Gondomar

(12h30) Metro do Porto - encerrada a ligação ao Aeroporto

(12h30) Metro do Porto - encerrada a ligação a Matosinhos

(12h00) Universidade do Porto – docentes - adesão muito significativa com mais de 80% de aulas não realizadas em Letras, em Ciências e em Arquitectura

(11h50) Metro do Porto – Póvoa de Varzim e VIla do Conde - encerrado

(11h50) Centro Hospitalar de Póva de Varzim / Vila do Conde – sem consultas e sem cirurgias

(11h50) Tribunal de Vila do Conde – encerrado

(11h50) Câmara Municipal de Vila do Conde – Biblioteca- encerrada

(11h50) Câmara Municipal de Vila do Conde – Serviços Administrativos – encerrados

(11h50) Escola José Dias, Vila do Conde – encerrada

(11h50) Escola Afonso Sanches, Vila do Conde – 70%

(11h50) Escola Frei João, Vila do Conde – encerrada

(11h50) Escola Secundária José Régio, Vila do Conde - encerrada

(11h50) Escola Secundária Tomás Pelayo, Santo Tirso - encerrada

(11h50) Escola José Dias, Vila do Conde – encerrada

(11h30) Junta de Freguesia de S.Pedro da Cova, Gondomar- encerrada

(11h30) Centro Social de Soutelo, Rio Tinto – encerrado

(11h30) Autoestradas Ascendi – 80%

(11h30) Modelo, Vila do Conde - 70%

(11h30) Santa Casa da Misericórdia da Póvoa de Varzim – 70%

(09h50) Acção de sensibilização dos trabalhadores do Via Catarina – ver vídeo

(09h46) Gencoal, Vila do Conde - 95%

(09h45) piquete frente ao Via Catarina, Porto – ver vídeo

(09h45) piquete frente ao Via Catarina, Porto

(09h30) Escola Secundária Augusto Gil, Porto - encerrada

(09h30) Escola Secundária Almeida Garrett, V.N.Gaia – encerrada

(09h00) CP Porto (turno da manhã) – 100%

piquete na Estação da CP em Caíde Rei, Lousada

(08h00) CP – 100%

(08h00) Polícia agride piquete de greve na estação da CP em Penafiel – ver vídeo

(08h00) STCP – 100%

(07h58) Petrogal – Refinaria de Matosinhos – 50%

(07h15) Estação de S.Bento

(07h00) CP – 100%

(07h00) STCP – 100%

Jorge Machado, deputado do PCP, com o piquete de greve na Estação de S.Bento - ver vídeo

(02h30) estação de S.Bento

(02h15) Portagens de Lousada – 100%

(02h15) Portagens de Caíde de Rei - 100%

(02h15) Portagens do IP9 – 100%

(02h15) Portagens de Ermesinde Plena Via - 100%

(02h15) Portagens de Ermesinde Nó - 100%

(02h15) Portagens de Campo – 100%

(02h15) Portagens de Valongo – 100%

(01h59) Porto de Leixões, Matosinhos – 100%

(01h40) CP – comboios da noite - 100%

ver piquete na Estação de S.Bento

(01h38) STCP – autocarros nocturnos – 77%

(00h30) Aeroporto Francisco Sá Carneiro - encerrado

(23h30) Enfermeiros do Hospital de S.João (turno da noite) - 70%

(23h30) Enfermeiros do Hospital de Santo António (turno da noite) - 60%

(23h30) Enfermeiros da ULS de Matosinhos (turno da noite) - 76%

(23h20) Centro Operacional dos Correios do Norte (turno da noite) - 94%

(23h00) Sakthi, Maia – 90%

(23h00) Groz Beckert, V.N.Gaia- 70%

(22h30) Serviços de Recolha de Lixo da Câmara Municipal de Matosinhos - 100%

(22h30) Serviços de Recolha de Lixo da Câmara Municipal de Gondomar – 65%



Faixa da Greve Geral em Penafiel


O Sargento Fernandes, da GNR de Penafiel à “falsa fé” agrediu um dirigente sindical enquanto este mostrava a sua credencial de “Membro do Piquete de Greve”.



O Sargento Fernandes, da GNR de Penafiel, na Greve Geral impediu o Piquete de exercer a sua actividade.


À “falsa fé” agrediu um dirigente sindical enquanto este mostrava a sua credencial de “Membro do Piquete de Greve”.

O Piquete tem o direito de ir falar com os trabalhadores para os tentar convencer a aderir à Greve. A GNR de Penafiel tentou impedir o exercício deste direito.

Este Sargento Fernandes já em acções de Luta anteriores carregou sobre os trabalhadores em piquete.

Apela-se a todos aqueles que prezam a liberdade, a democracia e os valores do 25 de Abril façam chegar mensagens de repúdio à Guarda Nacional República de Penafiel (ct.prt.dpnf@gnr.pt), à Direcção de Justiça e Disciplina da GNR (djd@gnr.pt) e ao Comando Geral da GNR (cg.gabcg@gnr.pt).

Este indivíduo não tem condições para ser agente da GNR.

Demitam-no!

Ver video das agressões ; Sargento Fernandes



segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Manifestação contra “Documento Verde da Reforma da Administração Local”

O “Movimento, Freguesias Sempre!” que reúne cerca de 100 autarcas do distrito do Porto e representantes sindicais dos trabalhadores da Administração Local, promoveu no passado domingo uma manifestação contra a extinção de freguesias e de repúdio do “Documento Verde da Reforma da Administração Local”, que segundo a organização concentrou cerca de 5 mil pessoas na Praça D. João I, Porto.


Na moção que foi aprovada e que será enviada para os vários órgãos do Estado português, pode ler-se que a extinção de freguesias “representará mais uma penalização para as populações, com o encerramento de mais serviços públicos e desmantelamento de um valiosíssimo património que as autarquias, designadamente as Juntas de Freguesias, foram construindo” e que “estão ao serviço das populações e dos interesses das freguesias”.

Para além de que “a aplicação de tal proposta, ao contrário do que afirma o Governo e a Troika, não trará rentabilização de recursos e meios ao país”, apenas representando “mais desemprego e despedimentos dos trabalhadores da Administração Local e dos serviços adstritos aos órgãos autárquicos das freguesias e às funções por ele exercidas” e representará um duro golpe “no poder local democrático, uma das maiores conquistas do 25 de Abril”.

Os participantes naquela acção reafirmaram ainda o seu compromisso nesta luta que há-de continuar.



sábado, 5 de novembro de 2011

Presidentes de Junta do concelho de Paredes unidos contra “Reforma da Administração Local”


Ontem realizou-se, em Lordelo, uma sessão de esclarecimento sobre o chamado Documento Verde da Reforma de Administração Local, com a presença de Paulo Júlio. O Secretário de Estado da Administração Local e da Reforma Administrativa revelou grandes dificuldades na argumentação, tendo até roçado o provincianismo e a idiotice nas suas intervenções.

Além de ter ficado patente a impreparação deste membro do Governo, ficou também claro que os presidentes de Junta de Freguesia do concelho, maioritariamente do PSD, estão contra as intenções do Governo em reduzir ou fundir as freguesias e, por essa via, diminuir os eleitos locais. O Governo demonstra, com esta reforma, um profundo desrespeito pelo poder local democrático, uma das conquistas do 25 de Abril, como frisaram Joaquim Bessa, presidente da Junta de Astromil (PSD), e Álvaro Pinto, presidente da Junta de Parada de Todeia (CDU). Este último, numa intervenção brilhante, afirmou também que a reforma que o Governo quer implementar é um “erro histórico”.

Elias Barros, presidente da Junta de Rebordosa (PS) questionou a hipotética redução de custo que pode acarretar a diminuição do número de freguesias, enquanto José Mota, presidente da Junta de Gandra (PSD) lembrou que os presidentes da Junta não são um custo para o país e “estão 24 horas ao serviço do Povo”.

As críticas e inquietações dos presidentes de Junta podem resumir-se ao conteúdo da intervenção de Cristiano Ribeiro, deputado da CDU na Assembleia Municipal de Paredes:

Intervenção de Cristiano Ribeiro, deputado da CDU na Assembleia Municipal de Paredes:


Sabemos todos que a Troika estrangeira, em conjunto com o PS, o PSD e o CDS, que no nosso país subscreveram o memorando de ajustamento financeiro (conhecido popularmente como um programa de agressão e submissão), pretendem impor a redução substancial de autarquias (freguesias e municípios).

Sabemos todos que o poder local democrático é indissociável da existência de órgãos próprios eleitos democraticamente, com poderes e competências próprias e agindo com total autonomia face a outros órgãos e submetendo-se apenas á Constituição da República Portuguesa, às leis, aos tribunais (em sede de aplicação dessas mesmas leis) e ao povo.

Sabemos todos que com as autarquias há um número muito alargado de cidadãos a intervir efectivamente, como representantes do povo, na gestão da coisa pública, de forma aberta e transparente, e contribuindo assim na melhoria das acessibilidades, transportes, acesso á saúde, á cultura, á prática desportiva, do desenvolvimento local ás inúmeras práticas de apoio social.

Sabemos todos que estão nas autarquias elementos essenciais de identidade comunitária, herdeira também de tradições centenárias, que molda na sua diversidade a identidade nacional.
Sabemos todos que as autarquias, e em especial as freguesias, não se constituem até agora objectivamente em factor de problemas ou bloqueios como em outras áreas, com os endividamentos ocultos para as finanças públicas, os problemas de relacionamento, gestão opaca, subversões como corrupção generalizada.


Sabemos todos que há bons e maus autarcas, alguns que merecem louvor e outros que merecem prisão. A democracia é isto, um conjunto de instituições, práticas, responsabilidades e valores, globalmente instituídos e aceites.

O chamado Documento Verde da Reforma da Administração Local aparece como uma pretensa reforma política da gestão das autarquias em todo o território nacional. Afirma-se ideologicamente esta reforma política como evolutiva / e adaptativa do Municipalismo. Mas reorganiza-se politicamente o território segundo critérios de escala, critérios, quantitativos em exclusividade, sem preocupações de coesão social, identitária e territorial. Quais os objectivos reais? Desconhece-se.

Aliena-se a possibilidade, que era uma exigência, da criação prioritária de Regiões Administrativas. Porquê? Por haver dúvidas? Um debate político concreto sobre competências e recursos regionalizados, e tradicionalmente atribuídos á Administração Central, poderia induzir soluções concretas, voluntariamente sentidas pelas populações.

E nas freguesias, entidade isoladamente considerada, se concentram as “dúvidas”, os “acertos”, os “hiatos”, as “responsabilidades”. Discrimina-se a base, a freguesia. Porquê? Também aqui há dúvidas ou conveniências! Identificam-se as “assimetrias” populacionais entre freguesias, mas será só isso?

Pode-se fazer tábua rasa de infra-estruturas construídas, equipamentos instalados, nível de vida atingido, identidades, toponímias, história e cultura, evolução demográfica?

Pode-se fazer tábua rasa da opinião, audição, discussão local, adesão voluntária, planeamento da mudança e mudança?

Pode-se fazer tábua rasa das consequências?

Eis algumas: Como é possível manter políticas de proximidade, nomeadamente em áreas sociais e infra-estruturas, afastando o nível de decisão da própria decisão ou reduzindo sem critério o número do pessoal dirigente das autarquias? Como assegurar a eficiência de competências atribuídas, o melhor a menos custo? E como decidir bem as prioridades, aumentando a escala? E os afectos, como geri-los? Como gerir um cronograma de reforma a mata-cavalos, apressado, esquemático, desadequado?

São muitas questões que ficam sem resposta quando olhamos, com olhos de ver, para o Livro Verde da Reforma da Administração Local. Mas em contrapartida, é claro que numa altura em que o Estado manda encerrar mais e mais serviços públicos de proximidade; ao mesmo tempo que cortam em tudo aquilo que mais necessitamos para trabalhar e viver; enquanto aumentam brutalmente os impostos para os trabalhadores e PME’s; enquanto continuam a financiar a banca que permanece incólume a qualquer “medida de austeridade”; querem agora extinguir e fundir Freguesias a pretexto de eventuais “poupanças” orçamentais.

Esta Reforma Administrativa, neste contexto e com estas características, trata-se, obviamente, de um ataque descarado ao poder Local Democrático e aos direitos das Populações.

Um ataque à própria Constituição da República Portuguesa, pois a Constituição não consagra a extinção de 500 ou 1000 ou mais Freguesias mas consagra a criação das Regiões Administrativas. Ou seja, as “tróikas” e as suas imposições não têm poderes democráticos nem qualquer legitimidade para se substituírem à Constituição da República Portuguesa.

Em nome da CDU, representada na Assembleia Municipal de Paredes, por 2 eleitos, um dos quais Presidente de Junta de Freguesia, reafirmo a oposição a uma reforma que descaracteriza e subverte o poder local democrático, lhe limita a autonomia aministrativa e financeira, lhe retira a dinâmica plural, colegial e participativa. E que acrescenta uma asfixia financeira intolerante.

Combateremos esta Reforma com a mesma coerência com que lutamos contra as políticas de subjugação do País aos interesses do capital nacional e estrangeiro.

Freguesias a agregar (extinguir) no Concelho de Paredes



AGUIAR DE SOUSA

ASTROMIL

BALTAR

BEIRE

BESTEIROS

BITARÃES

CASTELÕES DE CEPEDA

CETE

CRISTELO

DUAS IGREJAS

GONDALÃES

LOUREDO

MADALENA

MOURIZ

PARADA DE TODEIA

RECAREI

SOBREIRA

SOBROSA

VANDOMA

VILA COVA DE CARROS







quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Em legítima defesa

Opinião:

As manifestações do 1 de Outubro dão confiança. Expressam não só um profundo descontentamento, mas sobretudo uma firme disponibilidade da classe operária, dos trabalhadores, do povo português para prosseguirem e intensificarem a luta contra o programa de agressão. Representam um poderoso movimento de ruptura com o rumo de desastre nacional, com os interesses dos grupos monopolistas e o poder político que os serve. São sementes de outras poderosas acções capazes de imporem transformações profundas na sociedade, libertando-a da exploração capitalista.Vasco Cardoso

Conscientes do seu real significado, as classes dominantes sintonizaram-se na preparação do dia seguinte. No domingo pela manhã, o Diário de Notícias prestava-se a ser veículo de uma «notícia» com o título «PSP e secretas esperam maiores tumultos desde PREC». Os noticiários nas três televisões pegavam na deixa para substituírem as imagens dos quase 200 mil trabalhadores que em Lisboa e no Porto responderam ao apelo da CGTP-IN, por comentários de ditos entendidos em segurança interna e imagens de acções ocorridas noutros países, martelando essa «notícia» ao longo de todo o dia.

Por detrás de mais esta operação provocatória – a divulgação do dito relatório secreto foi tudo menos uma coincidência –

esconde-se o objectivo de condicionar a luta. Querem criminalizar a justa indignação de quem está a ser roubado no salário, na reforma, nos serviços públicos, nos direitos, na soberania, na liberdade. Incutir o medo e a resignação face a uma política de exploração e saque. Legitimar a repressão do agressor sobre o povo agredido.

Quem está a provocar um verdadeiro «tumulto» social é o grande capital e os governos ao seu serviço. São estes e não outros que estão a fazer uma política incendiária, de pilhagem dos povos e décadas de retrocesso. Quando Durão Barroso diz que só nos últimos três anos foram disponibilizados ao sector financeiro europeu cerca de 4,6 biliões de euros – o equivalente ao PIB da França e da Alemanha em 2010 – de dinheiros públicos, ouvimos uma confissão da dimensão do roubo organizado que está em curso.

Perante isto, as classes dominantes desejariam uma rendição sem condições. Não a vão ter! E é por aí que começa a sua derrota.

 

Em defesa do SNS e do direito à Saúde

    Não há alternativa ao SNS universal, geral e gratuito

Hoje, como há 32 anos, a existência de um serviço público de Saúde, que garanta o acesso aos cuidados de Saúde independentemente das condições sócio-económicas de cada um, é uma garantia de melhor qualidade de vida e de condições para o desenvolvimento do País. Quanto melhor Saúde, melhor desenvolvimento; quanto pior Saúde, pior desenvolvimento.

A luta em defesa do SNS universal, geral e gratuito, assume nos nossos dias uma importância que não se resume à garantia de acesso a cuidados de Saúde, mas ao direito à dignidade e à vida, e por isso constituiu um imperativo nacional.

A luta em defesa do SNS é simultaneamente a luta em defesa do regime democrático saído da Revolução de Abril, contra o programa de agressão que nos está a ser imposto.


1 - Promover a sustentabilidade, reorganização e financiamento adequado do SNS, tomando medidas que tornem mais eficiente a gestão – que deve ser pública e democrática, participada, competente e desgovernamentalizada – de todas as suas unidades.

2 - Salvaguardar o carácter público de todas as unidades do SNS, pondo fim à promiscuidade entre o sector público e o privado.

3- Aproveitar totalmente a capacidade material instalada e reforçar os recursos técnicos e humanos, principalmente nos cuidados primários.

4 – Acabar com as taxas moderadoras.

5 - Realizar uma verdadeira reforma dos Cuidados Primários de Saúde para a promoção da Saúde e a prevenção da doença, garantindo a todos o seu médico e o seu enfermeiro de família e o acesso a consulta no próprio dia.

6 - Aumentar o número de trabalhadores das várias profissões de Saúde, dignificar social e profissionalmente todas as carreiras, eliminar a precariedade, restabelecer o vínculo público e os direitos, melhorar as condições de trabalho e valorizar os salários.

7 - Elaborar um programa para a formação de profissionais de Saúde, principalmente de médicos, com o fim dos numerus clausus para Medicina e mais vagas para os internatos de medicina geral e familiar, e tornar atractivo o trabalho no SNS, nomeadamente para os jovens portugueses estudantes de medicina no estrangeiro.

8 – Contratar temporariamente médicos com a especialidade em Medicina Geral e Familiar no estrangeiro, em condições de qualidade, segurança e de equidade com os médicos portugueses.

9 - Criar o Laboratório Nacional do Medicamento e incrementar a produção nacional de medicamentos.

10– Definir com rigor o papel de cada uma das componentes do sector do medicamento impedindo actuações em cartel. A obrigatoriedade da prescrição por Denominação Comum Internacional deve ser acompanhada de mecanismos de informação aos médicos e utentes sobre a existência, composição e custo dos medicamentos genéricos.

domingo, 25 de setembro de 2011

A água é de todos e não negócio de alguns!


(Paulo Macieira, Ilda Figueiredo, Ricardo Costa)

Ontem, a Associação pelo Desenvolvimento do Lugar de Bustelo, em Recarei (Paredes), foi o local escolhido para a realização da sessão pública “A água é de todos e não negócio de alguns”, com a participação de Ilda Figueiredo, deputada comunista no Parlamento Europeu. Além da eurodeputada, a mesa dos oradores foi constituída por Paulo Macieira, membro da Comissão Concelhia de Paredes do PCP, e Ricardo Costa, eleito da CDU na Assembleia de Freguesia de Recarei.

Paulo Macieira abriu a sessão lembrando que a água é um bem essencial à vida, e por isso, não deve ser alvo de privatização. Recordou que o abastecimento de água no concelho de Paredes é da responsabilidade da empresa multinacional Veolia por um período de 35 anos, resultado da decisão do PSD, com o apoio do PS e do CDS na Assembleia Municipal. Esta concessão, que teve o voto contra da CDU, levou ao aumento dos preços da água e ao desinvestimento na rede de distribuição. Além disso, o dirigente do PCP denuncia a pressão por parte da Veolia para acabar com o abastecimento de água às populações por parte das Juntas de Freguesia e das Cooperativas que ainda existem em Paredes.

Esta crítica foi reiterada por Ricardo Costa, afirmando que os lugares de Bustelo e de Terronhas na freguesia de Recarei deparam-se com problemas de falta e má qualidade da água, devido ao desinvestimento e ao desleixo por parte da Junta de Freguesia e da Câmara Municipal de Paredes, que abdicaram da sua obrigação de resolver os problemas de abastecimento e de saneamento. Para este dirigente comunista local, esta situação pode ser perigosa, na medida em que as populações, por desespero, podem aceitar que a Veolia tome conta do abastecimento e distribuição da água. Na sua qualidade de deputado da CDU na Assembleia de Freguesia, tem sido incansável na denúncia desta situação e apelou a todos para participarem nas sessões da Assembleia de Freguesia e manifestarem ao Executivo as suas inquietações.

A eurodeputada comunista, recorrendo à sua vasta experiência política, revelou que não conhece nenhuma localidade onde tivesse melhorado o abastecimento de água às populações por via da concessão privada. A privatização da água leva à subida dos preços e ao desinvestimento na manutenção e qualificação da rede de distribuição. Além disso, também fora de Portugal, há muitos países que não aceitam qualquer tipo de privatização da água, como é o caso da Holanda, que tem uma lei que proíbe expressamente a privatização deste bem público.

Respondendo às questões e preocupações manifestadas pelo público presente, a eurodeputada afirmou que são as populações que têm que reivindicar junto das instituições as soluções para os seus problemas. Além da necessidade de mudança de voto nas eleições, a participação nas sessões das Assembleias de Freguesia ou nas Assembleia Municipais é fundamental para que os governantes sintam os problemas que afectam as populações. Recordou também que existem fundos europeus disponíveis para a exploração, abastecimento e distribuição da água, que só por incúria não são solicitados por parte da autarquia.










sábado, 17 de setembro de 2011

Não deixes que te calem!

-        Em curso ofensiva contra os trabalhadores, o povo e o país, com base no pacto de agressão, que visa aumentar a exploração dos trabalhadores e favorecer o grande capital, com facilitação e embaratecimento dos despedimentos, ataque aos desempregados, roubo no 13.º mês, encerramento serviços públicos, aumento dos impostos e dos preços dos bens essenciais.

Saúde: Utentes de Felgueiras descontentes com falta de médicos manifestaram-se junto à câmara

Utentes da saúde, fartos de serem desprezados, começam a protestar por todo o País

Felgueiras 16 set (Lusa) - Cerca de duas centenas de utentes do centro de saúde de Felgueiras, descontentes com a falta de médicos no concelho, marcharam hoje até à câmara municipal e exigiram da autarquia uma posição mais forte sobre a matéria.

Munidos de cartazes, com frases de denúncia a propósito do sofrimento dos doentes, os manifestantes foram recebidos à porta dos Paços do Concelho pelo vice-presidente da câmara, João Sousa, a quem entregaram um documento.

O vereador ouviu Júlio Antunes, representante dos utentes, apelar a um maior empenho da autarquia para tentar solucionar o problema, que disse ser "dramático".

Júlio Antunes reafirmou que o número de clínicos no concelho é insuficiente, garantindo haver cerca de 60 por cento da população sem médico de família.

Nos meses de férias, a situação agravou-se, tornando ainda mais difícil a situação que já existia, decorrente da aposentação de vários médicos que prestavam serviço no centro de saúde de Felgueiras e nas suas extensões.

O vice-presidente da autarquia disse que a situação preocupa todo o concelho, revelando que o presidente da câmara, Inácio Ribeiro, aguarda para ser recebido pelo ministro da Saúde para tratar da insuficiência de médicos.

João Sousa referiu também que o município tem contactado, nas últimas semanas, a Administração Regional de Saúde do Norte (ARS-N), sensibilizando-a para a gravidade da situação, mas daquele organismo tem sido dito que, por estar demissionário, aguardando uma nova direção, nada pode fazer.

O autarca prometeu que, na próxima semana, a comissão de utentes será recebida pelo presidente da câmara para articularem posições.

Antes de rumarem aos Paços do Concelho, os manifestantes tinham-se concentrado junto ao centro de saúde.

Entre os manifestantes encontravam-se sobretudo idosos e pessoas com doenças crónicas, que gritavam insistentemente: "Queremos mais respeito".

À agência Lusa foram contando situações pessoais, como o caso de João Ferreira, que diz estar, conjuntamente com a esposa, sem médico de família.

"Em vim aqui três vezes desde junho, tenho uns exames para mostrar, e não temos quem nos atenda", contou.

Outra utente, Fernanda Peixoto, disse ter passado uma noite inteira para ser atendida de manhã.

À agência Lusa, Inês Pereira, que diz sofrer de problemas numa anca, queixa-se das dificuldades para ser atendida no centro de saúde.

Há mais de uma décadas que os responsáveis políticos no concelho reclamam da tutela a colocação de mais médicos.

Recentemente, uma fonte da ARS, questionada pela Lusa sobre o assunto, reconheceu o problema, mas disse que tudo está a ser feito para colocar mais médicos no concelho, o que poderá acontecer com a contratação de novos clínicos.

"É uma situação de está a ser equacionada", disse a fonte.

APM.

Lusa/fim







Estado deplorável do ringue desportivo de Baltar provoca várias lesões nos praticantes

Mensagem de Boas Vindas do "Site" da Junta de Baltar

"A Freguesia de Baltar não podia estar em pleno século XXI e não aderir às novas tecnologias de comunicação e informação. Como presidente da Junta de Freguesia, sinto-me na obrigação de tornar mais eficiente o funcionamento da própria junta, implementando uma política de proximidade, estando sempre ligada aos Baltarenses através da informação online. Estaremos abertos a sugestões e críticas, entendendo-as como uma forma de colaboração na consecução dos objectivos a que nos propusemos, nomeadamente os referentes à qualidade de vida da população de Baltar.

Com as Instituições de carácter social da Vila manteremos sempre contacto, franco e cooperante, no sentido de melhorar a qualidade de vida dos nossos idosos, doentes e dos mais carenciados.

Procuraremos incentivar a participação de todos, especialmente os jovens e mais idosos, através de iniciativas de natureza social e cultural.

No Desporto, tentaremos melhorar as condições do ringue para a prática do futebol e manifestamos toda a disponibilidade para ajudar a ultrapassar as dificuldades, nomeadamente do U.S.C.Baltar, na conclusão de equipamentos adequados para a prática de desporto.

A contrapor à escassez de recursos financeiros, temos a nossa completa dedicação e empenho."

Texto retirado do "SITE" da Junta de Freguesia de Baltar

Filhos de Abril:

CDU/Baltar

Estas mensagens podem e devem ser criticadas é que mesmo sendo verdade que as juntas de Freguesias estão com dificuldades financeiras, e a de Baltar não deve fugir a excepção. a CDU, tem vindo a ser alertada por vários utilizadores do ringue de Baltar que o seu estado é miserável.

Estes praticantes de desporto das mais várias idades e interesses da prática desportiva tem vindo a reclamar junto dos dirigentes locais da CDU para intervir sobre a má qualidade do ringue de Baltar. Em causa esta a integridade física destes praticantes.

O mau estado do piso sintético já provocou lesões graves a vários utilizadores desta infra-estrutura desportiva, como se pode ver pelas fotos abaixo.

A CDU também recebeu com surpresa a informação que o ringue tem preço de utilização sem critério ou regras afixadas, é que, por vezes, quando tem mais de 10 atletas paga-se à cabeça por hora e quando estão menos de 10 paga-se 10euros hora. Tudo verbal!

A CDU também tem conhecimento de que estes verbas e pagamentos de utilização do ringue não são acompanhados por um recibo comprovativo de pagamento ao utilizador e também de controle das receitas da Junta de Freguesia.

Segundo a maioria das pessoas abordadas pela CDU sobre esta questão, o ringue tem uma grande procura, sendo assim, uma boa fonte de receita, logo, não se justifica o abandono ou desculpas de escassez de verbas para fugir à responsabilidade da infrastrutura ou por falta de uma boa gestão do dinheiro adquirido na mesma não ser para a própria manutenção.

A CDU alerta que o acentuar das dificuldades das Juntas em conservar as infra-estruturas locais em qualidade e segurança para a pratica desportivas esta também relacionado com o pacto de agressividade das medidas do memorando da Troika que o PSD,CDS, e PS acordaram.







Sessão pública de esclarecimento com a participação da Eurodeputada Ilda Figueiredo “A água é de todos e não um negócio de alguns”

sábado, 10 de setembro de 2011

...vocês vão entender que dinheiro não se come.

   Quando a última árvore tiver caído,

...quando o último rio tiver secado,

...quando o último peixe for pescado,

...vocês vão entender que dinheiro não se come.


Provérbio Indígena

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Aluimento de terras ou pegadas de Dinossauro em Baltar?

Largo Comendador Pereira Inácio em Baltar, Paredes



O preocupado morador do Largo Comendador Pereira Inácio em Baltar, fez- nos chegar as seguintes fotos de um aluimento de terra na sua rua.

Na conversa com autor destas fotografias encontramos um homem que não sabe mais o que fazer uma vez que estes perigosos buracos têm cerca de dois anos , já várias vezes alertou da situação a Presidente da Junta de Baltar e que ninguém fez nada.

O Sr Rui Figueiras uma vez que os partidos políticos que estão eleitos pelo povo na Junta de Freguesia de Baltar sabem do problema , mas , nada fazem ,resolveu pedir a CDU para que faça chegar à Assembleia Municipal de Paredes este problema de segurança publica.

Pergunta : Será que o motivo de este buraco com quase dois anos nunca ser arranjado é porque são pegadas de dinossauro ?

ESTAS FOTOS ESTIVERAM NO SITIO DA VILA DE BALTAR E QUANDO DETECTADAS FORAM LOGO RETIRADAS.





Fotos de Rui Figueiras






1 de Outubro - Trabalhadores em luta


Considerando que as decisões já adoptadas pelo governo PSD/CDS provocam recessão económica, mais dificuldades e pobreza, agravamento do desemprego e da qualidade de emprego e mais precariedade; que são medidas de austeridade que apenas agravam os problemas, aprofundam as injustiças e atacam violentamente o estado-social; que é a politica dos “troca-tintas” que aumenta os impostos, depois de terem dito que o não fariam, com mais sacrifícios para os mesmos de sempre, a CGTP-IN decidiu convocar para 1 de OUTUBRO, duas Manifestações, uma em Lisboa e outra no Porto, contra o Empobrecimento e as injustiças, Pelo Emprego, Pelos Salários, Pensões e Direitos Sociais.


São Manifestações contra o governo PSD/CDS que inferniza a vida das famílias, contra a mentira, a hipocrisia e o cinismo de uma politica que acentua a exploração dos trabalhadores e que remete para a pobreza mais e mais portugueses, designadamente os trabalhadores, os pensionistas, os jovens e os extractos sociais mais carenciados da população.


No dia 1 de Outubro pelas 15h na Praça dos Leões, junta a tua à nossa luta!

Vamos à luta pelo emprego, salários, pensões e direitos sociais, contra o programa de agressão ao Povo Português.





Malangatana oferece painel ao PCP




segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Protesto contra o aumento brutal dos transportes termina em detenção

Os utentes dos transportes públicos realizam hoje uma acção de protesto contra o brutal aumento de preços. Nas acções realizadas em Queluz, São João do Estoril, Alhandra, Pontinha, Odivelas e Cais do Sodré, iniciou-se ainda a recolha de uma petição à Assembleia da República exigindo a alteração desta política de preços. Em Alhandra, onde os utentes realizaram um corte simbólico da linha (tal como em São João do Estoril e na 24 de Julho), a polícia reprimiu o protesto, tendo disparado um tiro para o ar e detido um dos participantes. O PCP, solidário com a justa luta dos utentes, exige a libertação imediata do utente detido e o fim da repressão das acções de protesto. O PCP apela ao reforço da luta dos utentes contra o aumento de preços, parte integrante da luta contra o saque aos trabalhadores e ao povo que está a ser realizado pelo Grande Capital. A deputado do PCP na Assembleia da República, Rita Rato, encontra-se em Alhandra, com os utentes, exigindo a imediata libertação dos utentes detidos,


Ver mais : Comunicado




MUSP - "Redução das comparticipações financeiras para aquisição de medicamentos"

Nota à Imprensa (MUSP)

"Redução das comparticipações financeiras para aquisição de medicamentos"

Lisboa, 25 de Agosto de 2011

O Governo de forma muito pouco ética e muito cínica, anunciou publicamente que à custa da redução das comparticipações financeiras para aquisição de medicamentos já poupou cerca de 85 milhões de euros desde que tomou tal medida.

Tal como em outras áreas ou sectores dos serviços públicos, as decisões tomadas ou as medidas aplicadas tiveram sempre como preocupação central a componente financeira em prejuízo dos direitos dos utentes e populações, opção que revela com evidência que interesses e objectivos defende e promove o actual Governo PSD/CDS/PP.

A redução dos gastos com a aquisição dos medicamentos acontece por duas ordens de razões, a primeira à custa do valor que os utentes passaram a ter de suportar, a segunda porque devido a tais valores há muitos utentes que pura e simplesmente optam por adquirir parte dos medicamentos ou mesmo não adquirem nenhum, com os consequentes problemas de saúde que estas situações acarretam para os mesmos.

Insensível a tais situações e aos encargos financeiros suplementares que a Segurança Social e o próprio País têm de suportar, o Governo através do Ministro da Saúde afirmou que as reduções financeiras na aquisição dos medicamentos são para continuar, e o valor das taxas moderadores e dos actos médicos são para aumentar, alguns já aumentaram mesmo, sempre com o argumento da redução do défice público e para cumprimento das exigências impostas pela troika estrangeira aos submissos governos anterior e actual com a conivência dos partidos PS/PSD e CDS/PP mais Presidente da República.

Pelas razões descritas o Movimento de Utentes dos Serviços Públicos - MUSP manifesta a sua firme oposição a tais decisões, exortando em simultâneo as respetivas comissões e populações a que se manifestem em igual sentido.

Grupo Permanente do MUSP



sábado, 27 de agosto de 2011

PSD e CDS travam recomendação ao Governo do PCP para construção urgente do IC35


O Partido Comunista Português (PCP) apresentou em reunião da Comissão Parlamentar de Obras Públicas e Economia, um projecto de resolução sobre o IC 35 que foi inviabilizado pela maioria PSD/CDS-PP





No mesmo dia foi tirada esta fotografia do agressivo cartaz da JSD, direccionado ao anterior Governo PS, no qual, é acusado pela Juventude Social Democrata de mentirosos que sem duvida assenta como uma luva nos últimos 10 anos a todos os responsáveis políticos locais e nacionais do PS, contudo convém alertar estes jovens que com este cartaz que muito bem alerta para a construção necessária e urgente do IC35 deve ser revisto o conteúdo e Chamar mentirosos ao actual Governo PSD e aos intervenientes da politica autárquica também do PS, PSD e CDS. Tenham vergonha!

Foto tirada por: PM em (24  11 - 2011)


sexta-feira, 26 de agosto de 2011

A resposta


O Ministério da Economia e do Emprego através da Secretaria de Estado dos Assuntos Parlamentares e da igualdade decidiu responder ás perguntas do Deputado do PCP Jorge Machado formuladas em Junho de 2011 e relativas a questões laborais e ilegalidades suscitas nas empresas Cássio, Aleal e Rodrigues &Filhos, em Paredes. E fê-lo de forma preocupante.

Afinal está tudo bem. O trabalho suplementar não remunerado ou é negado “habitualmente” (como na Aleal) ou “alguns” trabalhadores “identificados” declaram-no prestar (como na Cássio) mas o pagamento é com os acréscimos legais devidos (segundo o relatório da acção inspectiva). As pausas de 7 minutos na Aleal afinal são de 10 minutos (segundo a acção inspectiva)e na Cássio seriam de 12 minutos.

Quanto ás câmaras de filmar verificadas na Aleal, a inspecção considera “não ter sido possível apurar se a sua utilização tinha por finalidade controlar o desempenho profissional dos trabalhadores” (citação). Admite-se portanto ser a respectiva colocação em vários locais um fetiche decorativo da administração. Mas, para que não se diga que a inspecção não passou de um simulacro, adverte-se a empresa da necessidade de pedido de autorização superior bem como da necessidade de afixação de informação sobre a existência de câmaras de filmar e a sua “finalidade”. Brilhante…

Na Rodrigues &Filhos a análise dos recibos de Abril não confirma descontos por “faltas”, o que é verdadeiramente surrealista…

Em todas as respostas, surge invariavelmente uma alínea que merece registo: “ mais informaram os serviços competentes deste Ministério não ter sido apresentada, aos mesmos, por trabalhadores ou por sindicatos, qualquer queixa ou pedido de intervenção relativas á empresa em apreço”. Há um burocratazinho no Ministério que julga poder silenciar denúncias reais com respostas formais ou evasivas. Vã tentativa. Seria como tentar esvaziar o mar a balde.

Cristiano Ribeiro

sábado, 20 de agosto de 2011

Aumento de 17% na taxa do IVA na electricidade e no gás.

 Lisboa, 16 de Agosto de 2011

Na sequência das muitas decisões políticas e medidas tomadas o Governo acaba de anunciar o aumento do IVA de 6% para 23% no custo da electricidade e do gás já a partir inclusive do próximo mês de Setembro.

Após ter tomado a decisão de liberalizar os preços de um e outro bem o Governo aplica sobre os mesmos o aumento do IVA.

Decisão após decisão, medida após medida o Governo tem sobrecarregado a maioria das pessoas e famílias com aumentos brutais de impostos e custos de bens e serviços que têm contribuído de forma muito significativa para o agravamento da sua situação económica e social.

Mal tinha anunciado os referidos aumentos e o congelamento de progressões em diversas áreas da Administração Pública, o Ministro das Finanças já admitiu que o imposto mais cego e injusto o IVA, vai continuar a aumentar em 2012.

Insaciáveis na aplicação de tais medidas e com pressa de acabar com tudo o que ainda cheira a Abril de 1974, quer a troika estrangeira EU-BCE e FMI, quer o quarteto português PSD-CDS/PP ? PS e Presidente da República têm imposto à maioria dos Portugueses um volumoso pacote de medidas desumanas que põem seriamente em risco quer a sua qualidade de vida quer a sua própria sobrevivência.

O conjunto das medidas tomadas pelo Governo desde a sua tomada de posse revelam com evidência que interesses e objectivos o mesmo defende e promove, em claro prejuízo das populações dos trabalhadores e do próprio País.

Face à sua gravidade o Movimento de Utentes dos Serviços Públicos ? MUSP condena-as e rejeita-as liminarmente exortando as populações a se manifestarem contra as mesmas em defesa dos seus direitos e dos Serviços Públicos.

Grupo permanente do MUSP



Recarei: Movimento d´ artes 2011

A Associação Cultural Vinha das Artes promove na Casa da Vinha, em Recarei no fim-de-semana, de 26 a 28 de Agosto, uma grande manifestação de arte, envolvendo dezenas de artistas, através da realização de uma exposição com trabalhos nas mais diversificadas expressões de arte e de vários espectáculos culturais.

domingo, 14 de agosto de 2011

Partidos da Troika encerram mais 27 escolas no interior do distrito do Porto

O Ministério da Educação anunciou hoje o encerramento de mais 27 escolas no interior do distrito do Porto, já para o próximo ano lectivo.

Os concelhos de Penafiel (11 encerramentos) e de Paços de Ferreira (8 encerramentos) são os mais afectados, mas a medida tem implicações também em Paredes (3 encerramentos), Felgueiras (3 encerramentos) e Amarante (2 encerramentos).

Esta decisão é tomada por acordo entre o PS, o PSD e o CDS, representando mais uma consequência negativa das políticas dos partidos da Troika para a região do Sousa e Tâmega, uma das mais pobres da União Europeia.

Esta decisão gravosa, que acentua os problemas de encerramentos anteriores, não é apenas uma solução meramente administrativa e economicista que visa embaratecer o sistema. É uma opção política, que une PS, PSD e CDS, que não tem racionalidade pedagógica e é profundamente desumana e acentuará os problemas existentes, nomeadamente aumentando os alunos por turma e fazendo que com dezenas de freguesias deixem de ter escolas do Primeiro Ciclo ou Jardins de Infância, desenraizando crianças e jovens e contribuindo ainda mais para a desertificação do interior.

O Governo e as autarquias que dão cobertura a este ataque ao povo desta região não estão empenhados em resolver os problemas, nem em esbater as consequências da interioridade, ou em promover medidas de combate ao desemprego e à exclusão social. A concretizar-se esta decisão, estarão também em causa muitos postos de trabalho de funcionários administrativos, auxiliares operacionais e professores.

Estes encerramentos são anunciados sem o mínimo respeito pelos alunos e suas famílias, pela restante comunidade escolar, nem pela salvaguarda da Educação Pública, gratuita e de qualidade para todos conforme consagra a Constituição da República Portuguesa.

A decisão agora anunciada, que terá do PCP o mais firme combate, merece o repúdio e a contestação das populações, das juntas de freguesia, dos alunos, dos encarregados de educação, dos professores, educadores e trabalhadores não docentes.



Penafiel, 12 de Agosto de 2011

A Direcção Sub-Regional do Vale do Sousa e Baixo Tâmega do PCP


quinta-feira, 11 de agosto de 2011

MUSS - Comunicado à Imprensa sobre Circular Normativa Nº 22/201/GJ

Comunicado à Imprensa


C/C: Presidente Republica
Primeiro Ministro
Forças Politicas AR

Assistimos com curiosidade à aparição da Circular Normativa Nº 22/201/GJ e a sua aplicação no dia seguinte.

Em causa está a aquisição de próteses, óculos, armações, lentes e calçado ortopédico, serviços de estomatologia, tratamentos termais e o transporte não urgente de doentes, serviços que, no seu conjunto, custaram cerca de 38 milhões de euros em 2010.

Para o MUSS É FUNDAMENTAL SABER: Se nos consideramos saudáveis; com que frequência recorremos aos Centros de Saúde e/ou Unidades Hospitalares; se temos médico de família; a que distância nos encontramos de uma Unidade de Saúde; que tipo de transporte é utilizado entre o domicílio e a Unidade de Saúde; se temos ou não dificuldades financeiras para aceder a cuidados de saúde...

Os resultados são importantes para a definição das estratégias económicas e sociais (enquadradas pelas diferentes opções políticas).

Agora o Governo de Portugal impõem mais uma medida drástica, começamos a acreditar que o resultado final poderá levar à aniquilação dos menos favorecidos, dizimando quem não tem poder financeiro para ter acesso ao que está plasmado na Constituição da Republica Portuguesa.

Em tempos de Crise parece que o Governo continua a retirar as poucas migalhas que restam aos Portugueses. Em contrapartida nada indica que o despesismo dos vários Governos diminua.

A Equipa do MUSS
Gaia 1 e Espinho / Gaia 2














Poluição no Rio Sousa


Rio Sousa, 30/07/2011. Foto de Filipe Santos, membro da Org. de Recarei do PCP


A Organização da Freguesia de Recarei do Partido Comunista Português vem, publicamente, condenar e demonstrar a sua mais profunda revolta e indignação face às descargas poluentes que, na tarde do passado dia 30 de Julho, foram visíveis no caudal do rio Sousa, designadamente na zona da levada de Areias desta freguesia. Infelizmente, a situação não constitui para nós qualquer novidade, tendo já a CDU, sobretudo através dos seus eleitos na Assembleia Municipal, intervindo e alertado por diversas ocasiões para este grave problema ambiental que assola diversas freguesias do concelho de Paredes.

Ver mais: PCP












Tomada de posição sobre poluição do rio Ferreira

A Organização de Freguesia de Lordelo do Partido Comunista Português vem, publicamente, condenar e demonstrar a sua mais profunda revolta e indignação face às descargas poluentes que, nas últimas semanas, foram visíveis no caudal do rio Ferreira, a jusante da levada do Souto, onde termina o tubo proveniente da ETAR de Arreigada. Infelizmente, a situação não constitui para nós qualquer novidade, tendo já a CDU, alertado por diversas ocasiões para este grave problema ambiental que assola a nossa terra.

Ver mais: PCP


segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Quem tem medo do Comunismo?


Tempo Antena PCP 14 Julho 2011 - PSD - CDS continua a politica de roubo ao pais


Movimento Utentes Serviços Publicos - Liberalização dos preços da electricidade e do gás

 (MUSP)

Liberalização dos preços da electricidade e do gás
Lisboa, 4 de Agosto de 2011

Com os argumentos da livre escolha, concorrência entre empresas, redução de custos e melhores serviços, argumentos que anteriores governos usaram para privatizar e destruir a Rodoviária Nacional e liberalizar os preços dos combustíveis, com os resultados que infelizmente a maioria das pessoas e famílias conhecem, aumentos exorbitantes dos preços dos transportes e combustíveis, degradação da qualidade e diminuição da oferta, pretende o Governo liberalizar os preços das tarifas da electricidade e do gás.

Não temos nós, nem tem o próprio governo, que admite subsidiar as famílias mais carenciadas para pagarem os preços destes bens, que a concretizar-se tal pretensão os preços dos mesmos subirão em flecha aumentando exponencialmente os lucros dos accionistas de referência das empresas em causa, sobrecarregando com maiores encargos financeiros os consumidores domésticos e muito possivelmente todos os outros, comerciais e industriais que por sua vez farão subir os preços dos produtos que comercializam ou produzem.

Quando o país, o que precisa é de políticas e medidas que criem emprego e desenvolvimento económico para criar riqueza e dinamizar a Economia Nacional, o governo opta por promover acções de cariz caritativo e assistencialista tão do agrado dos partidos de direita que actualmente constituem o Governo.

É contra estas políticas e medidas que não resolvem nenhum dos problemas económicos e sociais, antes os agravam e acentuam, em que a maioria das populações e trabalhadores vivem que o Movimento de Utentes dos Serviços Públicos ? MUSP se manifesta e exorta as populações a fazer o mesmo para defenderem os seus direitos, os serviços e património públicos.

Grupo Permanente do MUSP